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terça-feira, 5 de outubro de 2010

O crochê, que foi trazida pelos imigrantes italianos que chegaram ao local para se dedicar à agricultura, se tornou a principal fonte de renda da maioria dos moradores(Sul de Minas Gerais). Os artesãos da cidade começaram a produzir as primeiras peças de crochê quando o sustento familiar, proviniente sobretudo da agrocupecuária, era ocupado somente por homens e as mulheres ficavam em casa, com as tarefas domésticas e a produção do crochê artesanal. O tempo foi passando, as mulheres conquistando o mercado de trabalho e tornando-se empreendedoras. Tem gente que está deixando outras profissões para se dedicar ao trabalho de tecer. Quarenta por cento da arrecadação com impostos no município vem do crochê.
A produção é bem diversificada. São caminhos, toalhas de mesa, tapetes e roupas, como vestidos, saídas de praia e blusas, próprias para a época de calor. Mas também são feitos acessórios de inverno, como cachecol, ponche e xale.
Todas as peças são feitas à mão.
Grande parte das peças vendidas no comércio da cidade é produzida pelas crocheteiras em casa mesmo, enquanto fazem os serviços domésticos. O trabalho é contratado pelas fábricas que não dão conta de atender as encomendas.
Não é possível saber quantas pessoas e nem a quantidade de crochê produzida porque elas trabalham na informalidade.

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